Sindicarne - Florianópolis
INDÚSTRIAS DE PRODUÇÃO E TRANSFORMAÇÃO EM PROTEÍNA ANIMAL
11/10/2019
Exportações de milho sobem mais de 130% até setembro com faturamento de US$ 4,9 bilhões
Japão, Coreia do Sul, União Europeia, Vietnã e Taiwan foram os principais destinos do grão produzido no Brasil

G1

As exportações do milho brasileiro subiram mais de 130% entre janeiro e setembro deste ano na comparação com o mesmo período de 2018, segundo informou a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais, do Ministério da Agricultura nesta quinta-feira (10).

Os embarques do grão, que teve safra recorde na safra 2018/2019, cresceram 134,7% em receita, chegando a US$ 4,98 bilhões, com 29 milhões de toneladas negociadas, aumento de 130%.

Segundo o governo, os principais países compradores do milho brasileiro foram: Japão (US$ 605,13 milhões), Coreia do Sul (US$ 386,40 milhões), União Europeia (US$ 371,25 milhões), Vietnã (US$ 293,96 milhões) e Taiwan (US$ 292,61 milhões).

Algodão

O algodão foi outro produto com destaque nas exportações com incremento nas vendas no mês de 50%, com US$ 229 milhões e embarques de 142 mil de toneladas (62%).

"O produto tem se beneficiado das tensões comerciais entre China e Estados Unidos, com forte elevação das exportações para a China", diz em nota o ministério.

Resultado em setembro

No mês, as exportações do agronegócio somaram US$ 7,75 bilhões, valor foi 3,9% inferior em relação ao montante exportado em setembro de 2018 (US$ 8,06 bilhões).

"A queda das exportações ocorreu em função da redução dos índices de preços dos produtos do agronegócio exportados pelo Brasil, que registraram recuo médio de 4,5%", explica o comunicado do governo.

Do valor total exportado pelo país em setembro, o agronegócio foi responsável por 41,4% (US$ 18,74 bilhões). No mesmo mês de 2018, as exportações do agronegócio tiveram participação de 42% nas exportações totais.

As importações de produtos do agronegócio apresentaram baixa, passando de US$ 1,07 bilhão em setembro de 2018 para US$ 1,05 bilhão em setembro de 2019, queda de 2,1%.

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